Caldo Knorr, Maggi ou Sazon? Resposta certa: nenhum deles!

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Perigo dos caldos concentrados

Na busca pela praticidade em excesso, a população cai em armadilhas das industrias como os caldos concentrados. Eu tenho certeza que a sua rotina é atabalhoada, que você passa muitas horas no trabalho, que depois tem os filhos e etc. Mas em que momento você vai pensar em você? E o pensar em você não quero dizer ir ao cinema ou sair com a esposa ou marido. Quero saber quando vai pensar na sua saúde.

Ao ir no mercado hoje encontramos tudo já “mastigadinho”. Coloque o frango no saco e tenha sabor de frango de padaria, coloque um tablete e tenha um arroz saboroso e assim vai, mas isso tem um preço e o preço é o sacrifício da sua saúde.

Você já leu o rótulo de um produto desses feitos para dar sabor? Não? Tudo bem, eu te conto com o maior prazer! Antes vou te ensinar algo que vai ampliar seus horizontes. Os ingredientes contidos no rótulo dos produtos são organizados do que tem mais para o que tem menos e outra coisa, mesmo pequenas quantidades de alguns componentes podem gerar grandes danos.

Ingredientes:

Sal – o sódio em excesso pode levar a aumento da pressão arterial e sobrecarga renal. Não estou dizendo que a sua ingestão de sal deve ser zero, até porque diversos processos metabólicos são sódio dependentes, o que deve ser feito é uma ingestão de qualidade, como sal marinho, sal rosa.

Corante caramelo – São 4 os tipos, os mais nocivos a nossa saúde devem ser procurados nos rótulos como corante caramelo III e IV.  Produzidos através da reação do açúcar com amônia/sulfitos formam dois subprodutos cancerígenos, o 2- methylimidazole e o 4 – methylimidazone.

Gordura vegetal – Depois que a palavra Trans atingiu a todos, dificilmente um produto insere em seu rótulo esta nomenclatura, porém, gordura vegetal por natureza possui gordura Trans e não existe níveis seguros para consumo desta substância.

Glutamato – Relacionado como um dos mais perigosos ingredientes da modernidade, o glutamato confere sabor aos alimentos. Nosso paladar gosta muito desse novo sabor, o que leva a um consumo desenfreado. Dentre diversos danos, um dos mais perigosos são os cerebrais e dentre os mais citados o Alzheimer.

Fique atento ;)

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Raquel Iff – Nutricionista

raqueliff@uol.com.br

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Salada Mediterrânea e o Projeto Verão 2015

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Boa noite, seguidores e fãs Bem Demais!

Hoje estaremos dando uma dica de alimentação para deixar seu cardápio mais gostoso e torna-lo seu aliado na busca por um corpo saudável! Como foi comentado no último post, o principal foco do projeto verão é a perda de massa de gordura e a manutenção ou o ganho de massa muscular, e, para que isso seja possível não podemos nos esquecer do principal: a alimentação. É importante perceber que os exercícios são fundamentais para o emagrecimento, mas eles não são os donos da maior parcela do resultado, esta grande parcela cabe à tão temida dieta! De fato, não existe uma formula milagrosa, mas existe uma forma de tornar a equação dieta+exercícios muitíssimo mais prazerosa! Uma das mais conhecidas refeições feitas tipicamente por alguém em um processo de emagrecimento é a salada, e é por isso que daremos uma dica de como deixa-la muito mais apetitosa e tornar a sua dieta não um mártir, mas um novo estilo de vida. O prato de hoje é um componente da famosa dieta mediterrânea Continuar lendo

COLÔNIA DE FÉRIAS BEMDEMAIS NA PRAIA DO PEPÊ PARA COMBATER A OBESIDADE INFANTIL

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Que relação existe entre obesidade infantil e as férias escolares? Para o Projeto Online BEMDEMAIS e a Clínica Tércio Rocha as férias são uma ótima oportunidade para as crianças praticarem exercícios e aprenderam a cuidar do próprio corpo e assim evitarem a obesidade.

Por isso, de 10 de junho à 12 de julho, durante os jogos da Copa 2014, BEMDEMAIS e a Clínica Tércio Rocha promoverão uma COLÔNIA DE FÉRIAS, gratuita, das 9h às 11h, na Praia do Pepê, na Barra da Tijuca, para crianças e adolescentes até 15 anos, que poderão praticar atividades como futebol de areia, circuito, surf, corrida e vôloei de praia, entre outas.

São apenas 120 vagas e as inscrições podem ser feitas pelo telefone 99989-0120, com Pedro Rocha. Para participar das atividades será necessário fazer uma avaliação médica e, se for o caso, exames clínicos.

Este projeto marca também o início da parceria do BEMDEMAIS e da Clínica Tércio Rocha com o Mind and Boby Works Inc, de Honolulu – Hawaii, do Dr. David Roth, pediatra neurologista, especialista em compulsão alimentar e obesidade infantil.

A obesidade infantil é, segundo a Organização Mundial de Saúde, um dos problemas mais graves de saúde pública do século XXI. Nos últimos 20 anos o Brasil apresentou um aumento de 240% nos casos de crianças obesas – isso é quatro vezes mais do que ocorreu nos EUA, o país mais obeso do mundo.

Além disso, a obesidade é um conhecido fator de risco para diversas doenças, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e alguns tipos de câncer. Um em cada três adultos e uma em cada cinco crianças americanas são obesas, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

O projeto online BEMDEMAIS e a Clínica Tércio Rocha já realizam um projeto de combate à obesidade infantil, atendendo 130 crianças carentes, na Praia do Pepê, nos finais de semana.

Maiores informações, dê um pulo neste endereço http://www.bemdemais.com.br/Coloniadeferias.aspx

Dr. Tercio Rocha
Médico

Como escolher a colônia de férias para o seu filho

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Atividades desenvolvem autonomia, confiança e independência

A diferença entre uma colônia de férias e o acampamento é que neste a criança se desloca, faz uma ‘viagem’ para outra região e tem contato com os pais, que recebem emails com fotos e informações das atividades realizadas durante o dia, somente por telefone. Já a colônia de férias funciona como uma atividade escolar, os pais levam os filhos pela manhã e buscam no fim do dia. Os educadores afirmam que as duas maneiras de entreter seu filho durante as férias oferecem oportunidades únicas de a criança adquirir conhecimento e desenvolver autonomia, confiança e independência. O site do GNT conversou com especialistas para entender como escolher a melhor opção para seu filho nas colônias ou acampamentos de férias, confira:

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Por que colocar seu filho numa colônia ou acampamento?

As atividades coletivas incentivam a socialização, desenvolvem a confiança e estimulam a independência. É comum crianças que não sabem arrumar a mochila ou a cama aprenderem a cuidar de si quando saem de perto dos pais. “Para alguns, é a primeira vez dormindo longe dos pais. Para outros, uma vivência social intensa e, para a maioria, uma superação de alguns limites físicos e emocionais. Estar longe dos pais, ser responsável por seus pertences, tomar decisões que até então foram feitas pelos pais, entender-se dentro de um novo grupo social são experiências que fortalecem o caráter destes jovens”, explica Ricardo Steinle de Moraes, gerente geral da Fundação Acampamento Paiol Grande, em São Paulo.

Segundo ele, a convivência com crianças desconhecidas, a busca pela aceitação do grupo e as normas de convivência acabam funcionando muito bem. “Estar numa colônia permite que a criança aprenda a conviver em grupo, aprenda a compartilhar, ganhar, perder e a solucionar alguns de seus próprios problemas”, afirma Fabio Novaes, coordenador da colônia de férias do Clube Marapendi, no Rio de Janeiro. “A criança começa a criar hábitos independentes como aprender a arrumar suas roupas, a própria bagagem, servir sua comida sozinho e aprender com as diferentes faixas etárias”, lembra Décio Pimenta, gerente de eventos da Futebol Tour, que realiza acampamentos com escolinha de futebol do Santos, em São Paulo, e Fluminense, no Rio de Janeiro.

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Acampamento ou colônia de férias?

Na colônia de férias, os pais podem optar por colocar os filhos somente nas oficinas que a criança mais gosta, como artes, culinária, teatro e musicalização, optando por uma programação semanal ou diária – integral ou meio período -, enquanto o acampamento oferece múltiplas atividades durante o programa completo. Antes de escolher, entenda se a criança quer ficar longe da família, está disposta a viver uma nova experiência, ou prefere ficar em casa e passar o dia em uma colônia de férias.

“Se é uma criança esportiva, busque um acampamento que ofereça esportes diversos. Se é uma criança que gosta de atividades ligadas à natureza, procure um que tenha esportes de aventura. A criança deve fazer parte do processo e ter autonomia de decidir. Isso também faz parte do aprendizado”, explica Marília Rabello, presidente da Associação Brasileira de Acampamentos Educativos (ABAE), entidade que reúne e acredita os acampamentos com um selo de qualidade de acordo com sua estrutura. No site da associação, é possível conferir uma lista de estabelecimentos filiados pelo país e as datas dos acampamentos.

Os acampamentos custam, em média, R$1.800 (dependendo da programação e período), enquanto muitas colônias de férias cobram em torno de R$60 a diária de meio-período e R$100 a diária para o período integral.

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Indicações de amigos fazem toda a diferença

Antes de entregar seu filho a um acampamento, busque indicações de amigos e conhecidos para ter certeza de que a equipe é de confiança. Por se tratar de um deslocamento da criança, o acampamento tem valores muito mais altos e exige uma avaliação maior dos pais, como facilidade de comunicação, segurança no transporte, equipe médica especializada disponível 24h, número de refeições e elaboração dos cardápios, instalações adequadas e experiência da equipe de recreadores.

“Se possível, uma visita ao acampamento pode ajudar muito nesta decisão, bem como tirar informações e indicação com conhecidos, o tradicional boca a boca”, diz Ricardo Steinle de Moraes, gerente geral da Fundação Acampamento Paiol Grande.

Escrito por Bruna Capistrano
Publicado no site da GNT

Obesidade infantil – Como os pais podem ajudar?

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Se a criança ou adolescente está acima do peso, sofre preconceito e pressão na escola, dos amigos e no próprio ambiente familiar, através dos irmãos e mesmo dos pais. É comum os avós contrariarem as orientações dos pais, apoiando o consumo de alimentos calóricos e os irmãos atribuírem apelidos.

Os pais podem ajudar da seguinte forma:

a) Companheirismo

- Procure ser mais companheiro das crianças, reservando pelo menos uma hora do dia para dedicar-se apenas aos seus filhos;

- Fazer atividades físicas ao ar livre junto com seu filho ajuda bastante. Tente jogar bola, andar de bicicleta, fazer um passeio no parque;

- Algumas brincadeiras, mesmo dentro de casa podem ajudar, como pular, dançar, ou mesmo aqueles jogos, tipo tapetes, em que a criança e os pais devem pisar no quadradinho certo, obedecendo ao ritmo de uma música.

b) Atividade física

- Matricular a criança em algum esporte. Isto ajuda a melhorar a aptidão física e a auto-estima. Crianças muito obesas poderão ter dificuldade, ou mesmo vergonha. Talvez possam começar com atividades recreativas e caminhadas, preferencialmente acompanhadas dos pais. Após uma pequena redução no peso, a criança melhora a auto-estima e a aptidão, estando preparada para enfrentar desafios maiores, como um esporte individual ou coletivo.

c) Alimentação da família

- A alimentação da família deve ser adequada àquilo que a criança deve comer. Nenhuma criança tem necessidade de guloseimas, salgadinhos, balas, doces, sorvetes, fast-food, refrigerantes sucos artificiais. Esses ítens podem ser esporádicos. Ter firmeza e argumentar em favor da saúde é uma saída, inclusive quando existe na mesma família uma criança magra. Por outro lado, toda criança necessita, para o seu desenvolvimento, de frutas, verduras, carne, leite e ovos, pois a falta de nutrientes pode gerar doenças. Aqui entra a questão do limite, tão importante para a criança quanto difícil para alguns pais. Ser permissivo nesse quesito pode significar a diferença entre a saúde e a doença, entre a adequação e a eterna busca pelo peso ideal.

d) Percepção de saciedade

- Culpar a criança por consumir uma quantidade ou tipo de alimento inadequado não resolve. Se a criança toma refrigerante é porque alguém comprou. Por outro lado, se ela come uma quantidade excessiva de alimentos é porque não consegue perceber quando está saciada.

- Os pais podem ajudar:

Solicitar que o pequenino faça uma pausa após consumir determinada quantidade de alimento;
Pedir que respire bem fundo e calmamente, pelo menos por 3 vezes;
Colocar levemente as mãos sobre o estômago;
Fechar os olhos e tentar perceber o quanto o estômago dele está cheio ou vazio;
Se a criança julgar que ainda tem fome, pode comer um pouquinho mais e repetir o procedimento.
A repetição desta estratégia faz com que a criança perceba, ao longo do tempo, quando o estômago está cheio. O ideal é parar de comer antes que fique completamente cheio.

Deve ser explicado que, assim, o estômago não aumenta de tamanho e são evitadas dores estomacais, azia e mal-estar por comer demais.

e) Determinação de horários

Depois de todo o exposto acima, fica fácil apontar onde estão os erros que levararm ao excesso de peso. Inicialmente, toda criança, ou mesmo adulto, necessita de uma certa dose de disciplina. E não existe disciplina sem horário.

- Determinar os horários de dormir e acordar, seguindo as recomendações de cada faixa etária, é o primeiro passo para uma vida saudável.

- Posteriormente os horários das refeições devem ser ajustados. É impossível realizar uma reeducação alimentar sem horários determinados. A criança deve fazer 3 refeições por dia e de 2 a 3 lanchinhos nos intervalos, comendo a cada 3 horas aproximadamente;

- O tempo dedicado à televisão, vídeo game e computador deve ser limitado a 2 ou 3 horas por dia;

- Reservar, no mínimo, 1 hora por dia para atividades físicas;

- E o restante do tempo deve ser para brincar com outras crianças.

A importância do desjejum

O desjejum é talvez a refeição mais importante, pois é o momento em que o organismo mais necessita de energia, já que tem o dia todo para gastá-la. Por outro lado, é a refeição mais negligenciada, em função da pressa e porque a maioria das pessoas não sente fome pela manhã.

A inversão dos horários de sono leva também a inversão nos horários de fome. Os adultos e mesmo as crianças ficam, até tarde, na frente da televisão e do computador e acabam sentindo fome. Comem e vão dormir. Claro que essa refeição não foi gasta, levando-os a engordar. Consequentemente, não sentem fome pela manhã. Acordam em cima da hora e vão correndo para as suas atividades.

Ano após ano o ciclo se repete, contribuindo cada vez mais para a obesidade. Inverter esse hábito é difícil, mas deve ser iniciado com a redução gradual dos alimentos no horário da noite e a introdução gradativa do desjejum, até que o hábito se fixe. A realização do desjejum, o parcelamento das refeições em 5 a 6 por dia e a redução do hábito de comer noturno, contribuem para um metabolismo mais saudável, com maior gasto de energia, mesmo que o consumo de calorias permaneça igual.

Fonte: Livro Obesidade Infantil

O chocolate e as crianças

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O chocolate fornece a energia que a criança precisa para brincar, estudar, pular e correr. É muito difícil, não só para crianças, resistir ao chocolate. Quase todo mundo gosta de chocolate. Não existe nada mais prazeroso que um chocolate, um biscoito ou sorvete de chocolate. São irresistíveis! Um exemplo disso é o filme “A fantástica fábrica de chocolate”. Deixa-nos todos com água na boca.

O amor pelo chocolate não é exclusivo da sociedade moderna. Há muito tempo, em torno de dois mil anos, os maias criaram uma bebida feita de sementes de cacau trituradas, e se referiam ao chocolate como “fruto dos deuses”. Não há dúvida de que o chocolate seja bom, mas segundo nutricionistas, é recomendável consumí-lo com moderação e estabelecer uns limites principalmente na hora de começar uma dieta para as crianças.

O chocolate é nutritivo e energético. Contém nutrientes como o cálcio (excelente para os ossos e dentes das crianças), o fosfato, proteínas e outros minerais que são indispensáveis para o crescimento das crianças. Além disso, contém substâncias naturais, como os flavonóides, que protegem o organismo de doenças cardiovasculares, por seus efeitos antioxidantes.

Meu filho quer chocolate. O que faço?

Durante muito tempo, o chocolate tem sido acusado de provocar vícios e desejos incontroláveis, de levar as pessoas a apresentarem problemas metabólicos, cefaléias e sobrepeso, e sobretudo de aumentar as cáries infantis. No entanto, as pesquisas demonstram que o chocolate é uma fonte rica de saúde.

O chocolate fornece a energia que a criança precisa para brincar, estudar, pular e correr. Se seu filho quer comer algo que possui chocolate, deve considerar algumas situações:

- Se seu filho está acima do peso

- Se seu filho é alérgico

- Se seu filho é diabético

Nesses casos, o consumo de chocolate deve ser orientado pelo pediatra da criança. Em algumas situações, o consumo do chocolate deve ser sempre limitado. Se a criança consome chocolate em quantidades exageradas, pode sofrer uma intoxicação, e ter diarréias, náuseas e vômitos. Nesse caso, deve-se suspender o chocolate até que os sintomas desapareçam, e hidratar a criança com muito líquido. O consumo de chocolate deve ser feito somente nas sobremesas, ou no meio da manhã ou merenda. Mais que isso seria um exagero.

A quantidade de consumo indicada para crianças saudáveis, de 1 a 5 anos, é de no máximo 50g por dia. Normalmente, alguns tipos de chocolates contém cafeína, que em excesso, pode tirar o sono da criança ou reduzir seu apetite. O melhor é consumí-lo sempre depois depois das comidas. As crianças diabéticas ainda que consumam chocolates diet, devem fazê-lo com moderação, já que a quantidade de gorduras é ainda maior. As crianças que não toleram lactose, podem consumir o chocolate amargo ou meio amargo já que não contém leite.

O importante é que as crianças provem alimentos de todos os grupos. Assim estará garantido seu desenvolvimento e crescimento normal.

A sensação de satisfação que o chocolate provoca é totalmente verdadeira. A ingestão de chocolate aumenta a produção da substância feniltilamina, neurotransmissor responsável por essa sensação de bem-estar.

Publicado no Guiainfantil.com

PROJETO COMBATE A OBESIDADE INFANTIL

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A obesidade infantil é, segundo a Organização Mundial de Saúde, um dos problemas de saúde pública mais graves do século XXI. Nos últimos 20 anos o Brasil apresentou um aumento de 240% nos casos de crianças obesas, isso é quatro vezes mais do que ocorreu nos USA, o país mais “obeso” do mundo.

Atualmente, o estilo de vida sedentário da população contribui para o aumento do número de casos. A obesidade infantil hoje em dia já é diagnosticada como uma doença, uma epidemia em desenvolvimento e vem recebendo atenção especial dos profissionais da educação, saúde e educação física, visto que ela será a precursora de outros agravos na idade adulta.

Em nosso país, este dado ganha um peso ainda maior entre as classes menos favorecidas, que possuem uma história de privação alimentar e fome muito recentes. A inclusão dessas classes sociais no mercado consumidor veio acompanhada de um aumento de consumo de guloseimas e de produtos industrializados.

Preocupado com o crescimento do número de pessoas obesas que procuram ajuda em meu consultório, que resolvi retornar a um projeto que iniciei na década de 1990 e que foi interrompido durante nove anos. Um projeto que visa lutar contra a obesidade infantil. Só que dessa vez com uma nova roupagem, incluindo além de orientação clínica e nutricional, orientação voltada para a prática de exercícios físicos e tratamento psicológico. O projeto atual orienta também a família já que o ambiente familiar é o maior causador da obesidade infantil. Pais obesos e sem tempo para o preparo de alimentos saudáveis (e sem cultura para tal), premiam seus filhos e diminuem seus trabalhos nutrindo-os com pães, doces, sorvetes, balas, chocolates, massas prontas, salgadinhos, refrigerantes e frituras. Este é o grande motor de popa da obesidade.

A deseducação física – a falta de hábitos de exercícios diários e o excesso de horas em frente à TV e ao computador também agravam este problema. Criança tem que brincar de pique, jogar bola, pular corda, praticar esportes… e não há incentivo algum para isso. A violência das grandes cidades e a falta de tempo dos pais aumenta ainda mais o problema.

No projeto faremos um trabalho de coaching para combate a compulsão alimentar. O coaching ajudará a criança a priorizar suas metas de saúde, seu bem estar físico e mental, sua auto estima, a busca do corpo saudável, trabalhando o foco mental.

Serão cinco encontros quinzenais na Praia do Pepê, na Barra, voltados para o público de 5 a 17 anos. O objetivo é combater as consequências da obesidade para a saúde em crianças, principalmente no que diz respeito às doenças relacionadas ao excesso de peso: diabetes, hipertensão arterial, colesterol alto, problemas ortopédicos e também os psicológicos, além de salientar a importância da atividade física como agente fundamental no combate a este problema.

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Dr. Tercio Rocha
Médico
www.terciorocha.com.br
www.bemdemais.com.br
Informações / Inscrições: CENTRO (21)9 9584 3190 RITA; IPANEMA (21) 9 9584 3199 JUSSARA; BARRA (21) 9 9584 3183 ANA PAULA